segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

ERROS DE PORTUGUÊS (33)

“Voo” / “Vôo”

Erro: Aquelas pessoas quase perderam o vôo.

Forma correta: Aquelas pessoas quase perderam o voo.

Explicação: O Acordo Ortográfico eliminou o acento circunflexo no primeiro “o” do hiato final “oo”. Ficam assim: voo, zoo, perdoo, abençoo etc.

Revista Exame, com a ajuda de Rosângela Cremaschi e Reinaldo Passadori, mais Josué Fermon

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

ERROS DE PORTUGUÊS (32)

“Interviu” / “Interveio”

Erro: A diretora interviu na decisão.

Forma correta: A diretora interveio na decisão.

Explicação: Interveio é a flexão do verbo intervir na 3ª pessoa do singular do Pretérito Perfeito do Indicativo. Significa interferir, participar, interceder.

Fonte: Revista Exame, com a ajuda de Rosângela Cremaschi e Reinaldo Passadori.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

ERROS DE PORTUGUÊS (31)

“Este” / “Esse” / “Aquele”

Erro: Na reunião, serão discutidos esses itens a seguir:

Forma correta: Na reunião, serão discutidos estes itens a seguir:

Explicação: Observe a regra: “Estes itens.” (Você ainda irá citar); “Esses itens.” (Você já citou).

Fonte: Revista Exame, com a ajuda de Rosângela Cremaschi e Reinaldo Passadori:

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

ERROS DE PORTUGUÊS (30)

“Calvície” / “Calvice”

Erro: Ele tem a calvice dos homens da família.

Forma correta: Ele tem a calvície dos homens da família.

Explicação: A forma correta é calvície (proparoxítona), de quem é calvo ou careca. A palavra calvície tem sua origem na palavra em latim calvitie.

Fonte: dicio.com.br, mais Josué Fermon

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

ERROS DE PORTUGUÊS (29)

“Houve” / “houveram”

Erro: Houveram dois problemas.

Forma correta: Houve dois problemas.

Explicação: O verbo “haver” no sentido de existir não tem sujeito, por isso fica sempre na terceira pessoa do singular. “Há dez problemas”, “houve dez problemas”. Vale a mesma regra quando os verbos “haver” e “fazer” indicam tempo: “Faz dois anos que nos encontramos”.

Revista Exame, com a ajuda de Rosângela Cremaschi e Reinaldo Passadori.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

ERROS DE PORTUGUÊS (28)

“Inapto” / “Inepto”

Erro: Feita a avaliação, consideramos o candidato inepto para o cargo pretendido.

Forma correta: Feita a avaliação, consideramos o candidato inapto para o cargo pretendido.

Explicação: Inapto significa que a pessoa não tem aptidão para assumir uma função específica ou para executar determinada tarefa pré-estabelecida, enquanto inepto é uma condição própria de quem tem pouca ou nenhuma qualidade, incapaz de assumir responsabilidades por mais simples que sejam.

Fonte: Josué Fermon

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ERROS DE PORTUGUÊS (27)

“É proibido” / “É proibida”

Erro: É proibido a entrada de pessoas não autorizadas.

Forma correta: É proibida a entrada de pessoas não autorizadas. Ou “É proibido entrada de pessoas não autorizadas”.

Explicação: Deve-se fazer a concordância somente quando o substantivo estiver acompanhado, por exemplo, de artigo, pronome demonstrativo, pronome possessivo.

Fonte: Revista Exame, com a ajuda de Rosângela Cremaschi e Reinaldo Passadori

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

ERROS DE PORTUGUÊS (26)

“Pagou o engenheiro” / “Pagou ao engenheiro”

Erro: Ao término da obra, a empresa pagou o engenheiro.

Forma correta: Ao término da obra, a empresa pagou ao engenheiro.

Explicação: O verbo “pagar” exige dois complementos – um deles acompanhado de preposição (pessoa) e o outro sem preposição (coisa). Assim: Paguei (o serviço) ao engenheiro.

Fonte: Revista Exame, com a ajuda de Rosângela Cremaschi e Reinaldo Passadori.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ERROS DE PORTUGUÊS (25)

“1,5 milhão” / “1,5 milhões”

Erro: Em 2016, foram gastos no país 1,5 milhões de cartuchos de impressora.

Forma correta: Em 2016, foram gastos no país 1,5 milhão de cartuchos de impressora.

Explicação: A unidade “milhão” só é flexionada para o plural a partir do segundo milhão, ou seja, 2 milhões. Portanto, deve-se observar o número que antecede a vírgula e lembrar que numerais como “milhão”, “bilhão” e “trilhão” devem concordar com esse número.

Fonte: Revista Exame, com a ajuda de Rosângela Cremaschi e Reinaldo Passadori.

ERROS DE PORTUGUÊS (24)

“Morte” / “Vida”

Erro: A vítima não corre risco de morte

Forma correta: A vítima não corre risco de vida.

Explicação: Risco de vida é risco para a vida, ou seja, risco de (perder a) vida. Como a morte (substantivo) não está em risco e sim a vida, pode-se no máximo usar risco de morrer (verbo). Alguns consultores de redação equivocados influenciaram a imprensa de uns anos para cá, mas a forma correta já consagrada, está retomando seu lugar.

Fonte: Sérgio Rodrigues, do blog Sobre Palavras em Veja.com, mais Josué Fermon.